E depois da chuva torrencial nascia a grama verdinha naquela terra seca e inabitada. Milagre talvez? Não sei, um acontecimento inusitado provocado pela bela natureza das coisas.
A terra reluzia o brilho do orvalho matutino, uma cor exuberantemente feliz. Arco-íris de alegria.
E a menina pequena sorria e corria na grama nunca antes crescida. E chorava… lágrimas de felicidade e surpresa diante de tanta emoção
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O medo, e o pavor, o conhecido-desconhecido que assombrava. As decisões tomadas pareciam desfalecer sobre os olhos daqueles que de longe observavam aquela cena.
E era a conversa, o saudosismo das coisas, a novidade e um velho novo mundo se abrindo. Sensações e palavras jogadas ao vento como se não houvesse o amanhã.
Se precipitara, havia colocado os carros na frente dos bois?! Era a aposta de que as coisas seriam talvez um pouco diferentes.
Mas os olhos não a enganavam, estavam tristes.
E então ela sorriu, o sorriso dos egoístas. Pensando apenas em si mesma, como nunca mais havia feito. Sorriu e dormiu tranquila.
Não importava mais o certo e o errado, o importante era a descomplicação da vida. Era só isso que ela queria…
Pra ler ouvindo Billy Joel - Vienna
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Sorria
e jogava os confetes pra cima
a menina
pulava carnaval insandecida
a menina
e bebia vodca com fanta laranja
a menina
desfilando a vida
carnavalizando
a menina
na inocência perdida de todas as meninas…
Carnaval bombou
Recife 2011, me espera. =)
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Correu para a praia, enfincou os pés na areia e sentiu os grãos passando por entre os dedos dos pés, dando aquela sensação relaxante e gostosa. Ao fechar os olhos lembrou-se da infância, das brincadeiras à beira-mar e dos sorrisos sinceros.
Lembrou-se também dos amores antigos, dos beijos e abraços, das risadas…
Observou o balanço das ondas, aquele vai-e-vem contínuo e hipnotizante.
Sentiu-se só e chorou.
Lágrimas de não sei o quê…
Depois levantou-se e foi embora.
O que ficou foram apenas suas pegadas na areia, que rapidamente a onda iria carregar…
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O nome é anunciado, um grito e uma corrida com os braços levantados, um grito de alívio e felicidade. A subida nas escadas e o sorriso colado no rosto, olhos marejados e o canudo vermelho sendo entregue pelo reitor da faculdade e mais um grito, pra anunciar a todos a felicidade e a sensação de dever cumprido!
Fotos, cumprimentos, abraços e congratulações. Felicidade.
Um canudo de papel, sem diploma dentro, a representação da formatura. Finalmente Bacharela.
Nem nos sonhos mais profundos seria tão intenso e feliz como foi. Nem nos sonhos mais profundos a felicidade irradiava através de todos os poros.
Pois é, me formei
A colação de grau foi linda, o baile de formatura foi maravilhoso. 
Foi muito mais além do que sonhei. \o/
Tags: faculdade, formatura
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